A FAMÍLIA DA MACACA

O ano era 1900. Na cidade de Campinas, um grupo de alunos do Colégio Culto à Ciência passava suas tardes jogando bola em campos improvisados de um bairro de nome curioso: Ponte Preta. Na época, a ferrovia municipal havia construído uma ponte de madeira naquela região e a obra, para que pudesse ser melhor conservada, foi tratada com piche.

Em 11 de agosto, aqueles jovens apaixonados por futebol se reuniram para fundar o que se tornaria a primeira equipe de futebol do Brasil em funcionamento ininterrupto, dona da maior torcida do interior do país: A Associação Atlética Ponte Preta, nascida pelas mãos (e pelos pés) do capitão João Vieira da Silva, de Theodor Kutter, de Hermenegildo Wadt e de Nicolau Burghi, patronos da instituição.

Em mais de um século de história, a Ponte Preta fortaleceu o futebol regional e se tornou um dos grandes clubes do futebol nacional, com reconhecimento internacional pela formação de atletas que marcaram época.

A Macaca

Uma das músicas mais tradicionais da torcida pontepretana é sustentada pela frase “Ponte, Macaca Querida, amor da minha vida, sou louco(a) por você!”. É basicamente um mantra pontepretano entoado em todos os jogos da Nega Véia*.

A Macaca, mascote oficial da Ponte Preta, foi escolhida não apenas por ser diferente dos mascotes de outras equipes esportivas do Brasil, mas por simbolizar a luta pela igualdade inscrita no DNA da Associação Atlética Ponte Preta, a primeira Democracia Racial do futebol nacional.

A mascote da Veterana* é uma personagem que desperta simpatia e identificação entre adultos e crianças. O sucesso da Macaca é tanto que, ao longo da história, surgiram diversas aplicaçães dela em chaveiros, adesivos, camisetas, canecas e outros produtos.

*”Alvinegra” e “Veterana” são duas das alcunhas tradicionais da Ponte Preta.

Família da Macaca

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